

Interrogação dolorosa...

pela suposta filha (a mocinha).Me faz pequena
Asa Morena
Me alivia a dor
Aliviando a dor que mata
Me faz ser teu amor
Me toma no crescer
De um beijo muito louco
Me implodindo aos poucos
No universo a desvendar
A vastidão do teu amor...
Me toma sem pensar
Num gesto muito forte
Unindo o sul e o norte
Do meu corpo
Frágil corpo
Com a mais pura emoção...
Tô aguada/fresca/romântica hoje...
Pesquisas comprovam que pisar na grama é uma atividade extremamente relaxante. Pena que, em muitos lugares, seja proibido. Isso não será um problema para você, depois que conseguir seu próprio chinelo com grama! A fabricante de rosquinhas Krispy Kreme, que desenvolveu o chinelo como campanha promocional no último verão europeu, garante que a grama vive até quatro meses, se regada e cuidada adequadamente.
É que eu não acredito no Natal, cê sabe...Pra mim esse cara muito gente boa talvez nem tenha existido, tá mais pra personagem lendário do que pra personagem histórico... E por que ninguém comemora o nascimento de Galileu, Aristóteles, Sócrates, Platão: o pensamento deles também ainda influencia o modo ocidental atual de pensamento. u.uAlém disso, se a gente conta os anos a partir do nascimento dele, comemora-se o Natal no dia errado, mas isso eu já te disse isso; o Natal deveria ser comemorado em 31 de dezembro, nada mais lógico: contamos mais um ano quando Jesus completaria mais um ano, ora!Além disso: como a gente comemora um aniversário sem convidar o aniversariante?!?!?! o.oMais essa: todo mundo fica idiota no Natal. Aquela correria doida de comprar presentes, todo mundo achando que assim vai ser mais "bonzinho". Meu, adianta ser um filho da puta o ano todo e, no Natal, desejar "Paz, alegria e saúde" pra todo mundo, da boca pra fora? Isso se chama hipocrisia, uma coisa que você sabe que eu O-DEI-O!!!! Eu desejo o melhor e sempre quero o bem das pessoas, principalmente das que eu amo, independente da época do ano. Então, pra mim, desejar "Feliz Natal" não faz o menor sentido! E ainda, no dia 24, fica todo mundo alienado pra cozinhar o máximo que puder, pra fazer uma ceia homérica e megalomaníaca que vai ao encontro do "pecado" da gula e que sempre sobra!Mais essa: quando dizem "Porco capitalista", não posso deixar de pensar nessa tal de Noel. Se ele representasse mesmo o famigerado [e desconexo, sem sentido e superficial] "espírito de Natal", ditribuiria sorrisos, abraços e palavras agradáveis, e não um monte de presentes caros e supercoloridos que só aguçam as pobres crianças a crescerem consumistas e mimadas, pra felicidade, lógico, dos comerciantes mesquinhos que enchem o cu de dinheiro enquanto tem gente PASSANDO FOME E SE SENTINDO HUMILHADA POR NÃO TER PRESENTE DE NATAL!!!Meu, me irrita!!!
Por isso que vou ensinar meus filhos a sempre falar a verdade, e não vou mentir pra eles falando que esse porco vermelho distribuidor de avareza e cobiça [e gula: ele é gordo!] existe!Phoda é que se eu falo isso pra alguém [ou se alguém ler isso], me chamam de insenssível, sem coração e perverso... Ù.ÚEu não gosto do Natal. Ponto! Vai ser perfeito quando eu puder passar o Natal sozinho no meu apartamento, pedir uma pizza e ficar vendo filme, como num dia NORMAL que o Natal é! u.u
Meu...Eu mandaria todos esse noéis tomarem no seus cus, se isso não fosse acabar com a diversão deles...Cruel eu não sou, vai!
G., você não sabe o quanto eu te amo.
Eu fico feliz com a sua felicidade, mas confesso que sua separação me encheu de esperança. Eu torci muito por vocês, mas não consigo esconder a satisfação que senti. Esse sentimento é horrível, eu sei, mas confesso que não consigo abandoná-lo.
Será que a gente não poderia tentar? Pelo menos tentar?
Sua amizade é muito importante pra mim, mas tem horas que desejo mais que isso.
Contudo, temo trocar a amizade pelo amor e acabar sem os dois...
Agora eu queria que você estivesse aqui.
Queria te abraçar e nunca mais deixar você partir. Queria que você fosse meu por todo o sempre.
Eu sei que é egoísmo da minha parte, mas queria você só pra mim; seus braços, sua boca, suas palavras... só pra mim.
Eu deveria ter falado tudo o que eu sinto há três anos. A cabeça estava mais fria, o coração mais aberto.
Porém, naquela época, a minha insegurança era maior e a capacidade de definir o que eu sentia, menor.
Você não sabe o quanto eu me arrependo por não ter tomado nenhuma atitude naquela época.
Eu nem sei mais o que estou falando...
Acabo por afastar você de mim às vezes, eu sei.
Visto-me de gelo para me proteger do mundo. Pra não me ferir e para não te ferir.
Mas, essa embalagem gélida não passa de um isolante para um coração em chamas.
Esqueça tudo isso - afinal, eu não estou falando mais nada que tenha nexo mesmo - só não se esqueça que eu te amo.










- Ela gosta de ajudar os outros - minha mãe acaba de dizer pra uma moça no telefone, a respeito de mim.
- Gosto de ajudar quem eu gosto - respondi em pensamento.
Sim, eu sou chata.
Às vésperas do vestibular, os jovens têm de lidar com o sentimento de perda dos colegas e da escola e com as incertezas do futuro. Tenho tido o privilégio de manter relações de amizades com psicopedagogas, psicólogas e coordenadoras de ensino, que têm comentado o surpreendente e até estranho comportamento dos alunos de terceiro colegial. Esse grupo de educadores tem observado que os jovens prestes a concluir os estudos ficam muito desanimados, impacientes, irritados e até hostis, não vendo a hora de se livrarem do colégio. Mostrando-se infelizes, depreciando o convívio que tiveram até então. Muitos estão apenas a 20 dias do encerramento do dia letivo.
Para alguns, esses 20 dias parecem significar dois anos, porque há um prejuízo na noção do tempo. Desinteressam-se pela festa de formatura e entrega de diplomas. Minha interpretação para este fato indica que a forte revelação com a vai se encerrar. Haverá uma ruptura da sólida aliança conseguida com diretores e professores. Muitos estão no colégio desde os seis anos de idade, no tempo em que as professoras eram chamadas de "tias". O grupo, geralmente coeso, é mantido por fortes laços de amizade. A mudança é significativa e creio que o comportamento apresentado é de natureza inconsciente, para negar o sofrimento da separação e perda. A grande perda do amor das pessoas e do colégio amados.
Enfim, para camuflar a tristeza e a depressão, já que tal situação implica na elaboração e superação de um verdadeiro luto. Trata-se portanto, de um caso de amor. O amor nos dá ilusão, carinho, prazer e alegria, mas nos traz também desilusão, decepção, rompimento, separação e perda. Os destinos profissionais são os mais variados e eles serão acolhidos em diferentes cursos, às vezes em outras cidades, o que aumenta a dificuldade para contatos e reencontros. Logo, o outro lado da moeda está na angustiante e tensa expectativa do terrível vestibular, na tentativa de iniciar o aprendizado da carreira escolhida. Além do mais, as escolhas são feitas de forma insegura e com muitas dúvidas.
Todos estão cientes da batalha dos processos de seleção e alguns não conseguem ver uma luzinha no fim do túnel. Mesmo os preparados em conhecimentos sentem-se despreparados emocionalmente. Muitos se idealizam e idealizam as faculdades que pretendem disputar. A concorrência e competição com estudantes de outros colégios são duras, difíceis, desconhecidas e de resultado incerto, como se estivessem numa nave sem rumo. Enfim, quando os jovens deixam o colegial, para concorrer nos vestibulares, trocam uma situação segura e protegida pela incerteza de resultados e de futuro.
Para agravar a situação, eles ouvem dizer das características do trabalho de hoje em dia, que exigem conhecimentos versáteis e amplos, o que torna ainda mais indispensável a vocação e talento para se recrutarem pelo mercado de trabalho. Penso que, neste período que estou tentando descrever, existem dois tipos de angústia e sofrimento: o da separação e perda do colégio e a de indecisão e incerteza do vestibular, quando eles se sentem completamente sós, na busca do próprio caminho na vida.
Dr. Antônio Luiz Pessanha. Médico psicanalista formado pela Escola Paulista de Medicina e com formação analítica na Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo.
Jornal da Tarde - 19/dez/2000
http://www.lincx.com.br/lincx/saude_a_z/saude_teen/colegio_angustia.asp
aTristeza, melancolia, preocupação.
aInquietação ou irritabilidade.
aAfastamento ou isolamento de atividades sociais.
aFalta de entusiasmo, energia ou motivação para atividades prazerosas.
aSensação de fadiga ou sono excessivo.
aBaixa auto-estima e pensamentos negativos com relação ao presente e ao futuro.
aAnsiedade, fobias ou medos.
aConfusão ou dificuldade em tomar decisões.
rBaixo rendimento escolar.
aProblemas alimentares ou insônia.
aPerfeccionismo.
O termo sétima arte para designar o cinema foi dado por Ricciotto Canudo no Manifesto das Sete Artes, em 1911. Essa referência é apenas indicativa, cada uma das artes é caracterizada pelos elementos básicos que formatam sua linguagem e classificadas da seguinte forma:
Há uma certa dúvida se a ordem colocada estaria correta, porém um maior número de pessoas concorda com a ordem encontrada, apenas criando uma grande dúvida na posição do teatro e da literatura.
Outras formas expressivas também consideradas artes (honorárias, posteriores ao manifesto):
Cara, Balei na Curva é linda, linda... Acabei de ler e chorei pra caramba. Cara, é perfeitaaa.
Pena que fala de realidade, pena que aquilo tudo foi baseado em fatos ocorridos... Puuutz... que ódio do meu país! Como aquilo tudo pôde acontecer? Não me conformo, não me conformo. Meu Deus, como que pode ter gente ruim no mundo desse jeito? Por que a vida é desse jeito? Por que tantos interesses polítcos? Por que alguém quer poder? Por que tem que cometer atrocidades para chegar e se manter no poder? Por que, meu Deus? Por quê?
Como que um cara daqueles consiguia pôr a cabeça no travisseiro? Será que um cara daqueles era feliz?
Por que existem pessoas más? Por que existem pessoas que fazem mal às outras? Qual o prazer nisso? Todo mundo não poderia viver em harmonia? Seria tão melhor...
Por que os ricos vencem? Por que eles estão lá em cima? Por que eles não se importam com o resto do povo?
Cara, eu não me conformo com o mundo. Sério, quanto mais velha eu fico, mais desesperançada eu fico com o mundo. Olha o Pedro: queria mudar e se danou.
Eu tenho mil planos, mas no mundo em que vivemos não passam de utopia. Utopia, utopia, utopia. Só utopia.
Não é religião, não é modelo político. É consciência. Falta consciência. Seria tão bom se todos fizessem o bem, se tratassem com respeito, procurassem melhorar a vida do próximo. Cara, seria lindo.
Seria tão bom se todos tivessem voz, e, sobretudo, cérebro. Faltam cérebros. Não se cultivam cérebros, não se incentiva o desenvolvimento de cérebros. Cara, isso deprime. Deprime muito.
A gente olha ao redor e só vê violência, miséria, brigas por poder, corrupção, escolas ruins... Cara, onde que a gente tá vivendo? Que mundo é esse?
A gente olha lá fora, os caras brigando por causa de petróleo, de drogas, de sei lá o quê. Disputas, disputas. Meu Deus, onde isso vai parar? Por que tanta guerra, tanta briga, tanta rixa? Por que isso?
Desigualdade, não entendo como isso pode existir. Não faz sentido ter prazer em ter algo sabendo que o outro não tem nada.
Hum... tô com muita moral mesmo pra falar... Sou uma jovem estudante de classe média baixa metida a revolucionária, mas que está atada na frente do PC reclamando sem fazer nada. Atada não só na frente do PC, atada na vida, afinal, o que eu posso fazer? Sério, eu não sei o que eu posso fazer.
Agora eu posso votar. Posso começar a fazer alguma coisa. Mas o quê? Votar? Dos cinco candidatos a prefeito da minha cidade, não salva um. Falo com conhecimento de causa porque já me informei bem sobre isso.
Tá, ano que vem, se Deus permitir, vou fazer faculdade. Mas e aí? Vou consegui mudar alguma coisa? Uma química talvez consiga ter boas idéias para ajudar o meio ambiente, as indústrias, a medicina. Mas será que estão dispostos a ser ajudados? O programa do Biodiesel estava lindo, agora descobriram aquela merda daquela reserva de petróleo no pré-sal então danem-se as mamonas! Vamos poluir mais o planeta!
Tem horas que eu acho que deveria fazer Ciências Sociais ou algo do tipo, mas acho que eu iria enlouquecer se fizesse um curso desses. Sendo uma semi-ignorante aluna do ensino médio eu já fico puta com o mundo (e mais ainda de não conseguir fazer nada), imagine se eu fizesse isso. Daqui a pouco vou mudar pra matemática, pelo menos é só fazer conta e dane-se o resto. O mundo quer que eu me dane mesmo...
Minha vontade era beber uma garrafa de champagne, mas como não tenho uma e não posso consumir álcool, vou tomar um gole de água imaginando que seja um vinho e vou dormir que eu ganho mais. Pensar, infelizmente, não leva a nada.
Boa noite.
No caminhar dos ponteiros do relógio da Central, depois de três ou quatro luas cheias, no dia seguinte em que aquele filme sair em DVD, quando o seu cabelo crescer dois dedos e nascer uma flor no pé de maracujá, vai passar.
Se contar com a companhia de amigos com quem você possa chorar ou dar risada (a escolher) passará mais rápido. Se confundir as taças com alguém do sexo oposto, passará ainda mais rápido, rápido, rápido. Se tiver sorvete de chocolate no congelador passará ligeiro. E se tomar com calda de caramelo passará como um raio.
Às sete da manhã, vai passar. Quando começar a fazer calor, vai passar. Depois que você chorar a última de tantas lágrimas, vai passar. Como um mantra, vai passar.
[...]Vai passar, eu garanto. Se não for por um golpe de sorte, será por esforço e merecimento. E, se tardar, por necessidade e instinto de sobrevivência, vai passar.
E toda essa tristeza vai dar lugar a um novo amor. E ele há de ser grande para preencher tanto espaço. E, acredite, você será feliz com ele. Muito feliz, insuportavelmente feliz. E vai maldizer os últimos dias com o outro, quando nem se lembrava da sensação de ter as bochechas mais coradas da festa.
Aí você vai pensar no dia de hoje como se ele pertencesse a uma vida passada, há muito tempo, lá longe. E essa lembrança virá com desdém e um pouco de mágoa. Talvez traga uma ponta de saudade - às vezes, muitas, os sentimentos não se casam. O importante - pode confiar - é que você estará tranqüila, sem o assombro nem os olhos tristes de agora.
http://www.bolsademulher.com/amor/materia/vai_passar/38252/1
Aí, aos dezesseis anos, eu ganhei o direito de usar lentes de contato e a minha vida mudou. Exatamente como naqueles comerciais péssimos da Bausch & Lomb, passei a ver o mundo cheio de detalhes que, de repente, tinham ido parar lá, para minha total perplexidade.
Só que usar lentes é uma arte que exige alguma técnica. Chorar, por exemplo. Quem usa lente nunca mais chora do mesmo jeito, tipo, buááá, buááá, sob o risco de perder algumas centenas de reais em um lenço de papel. Coçar o olho é outra coisa que requer prática & habilidade da tribo dos míopes disfarçados. Há um jeito todo especial de coçar para impedir que a lente se precipite. Mulheres aprendem rápido que não podem tirar as sobrancelhas usando lente (o que torna impossível fazer o serviço sem ajuda de terceiros) e que o rímel à prova d'água é a melhor invenção da cosmética, desde o surgimento do batom.
Eu, iniciante que era, ainda não sabia de nada disso, o que garantiu uma série de surpresas nem sempre positivas. Como no dia em que fiz minha mãe me levar à clínica, berrando dentro do carro, porque a lente - na época, gelatinosa - tinha dobrado e ido parar na pálpebra superior. Só que, para meu desespero, a danada não tinha ficado ali, quietinha, dobrada em quatro. Virou uma espécie de trouxa de contato, quase impossível de ver e muito menos de tirar do olho. E eu, urrando de pânico, com medo da lente romper as fronteiras do globo ocular e ir parar dentro do meu cérebro. Teria idéias visionárias, certamente. Mas não era tão otimista naquela época.
Leia inteiro: http://www.bolsademulher.com/familia/materia/sucrilhos/40052/1

O perfeccionista geralmente não exige perfeição em tudo, senão estaria louco, mas em algumas coisas que são importantes para ele.
É freqüente encontrarmos perfeccionistas que são regidos pela lei do “Tudo ou nada”. De acordo com essa lei, ou a pessoa é “tudo”, quando se aproxima do seu ideal de perfeição, ou é “nada”, quando se afasta dele.
A constante comparação de si mesmo com os outros é um comportamento comum no perfeccionista e ele precisa sempre ganhar para se sentir satisfeito. Caso contrário, se sente um zero à esquerda, sem valor.
O medo de errar e virar um “nada” aos seus próprios olhos costuma ser constante. Em decorrência deste medo, a pressão que ele exerce sobre si próprio pode ser intensa e gerar muita ansiedade. Ele quer que as coisas aconteçam rapidamente para ter a certeza de que saíram conforme o planejado. E se não saírem, se for intrapunitivo, ele mesmo será seu carrasco e lhe dará uma “surra” psíquica, se martirizando pelo menor erro cometido.
O perfeccionista muitas vezes valoriza muito mais seus erros do que seus acertos. Faz 9 coisas certas, uma errada e acha que fez “tudo errado”. Por trás desta dinâmica psíquica pode ter erros graves cometidos no passado, talvez numa vida passada, com conseqüências graves e com o respectivo sofrimento.
leia o texto completo em: http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=10820