O perfeccionista geralmente não exige perfeição em tudo, senão estaria louco, mas em algumas coisas que são importantes para ele.
É freqüente encontrarmos perfeccionistas que são regidos pela lei do “Tudo ou nada”. De acordo com essa lei, ou a pessoa é “tudo”, quando se aproxima do seu ideal de perfeição, ou é “nada”, quando se afasta dele.
A constante comparação de si mesmo com os outros é um comportamento comum no perfeccionista e ele precisa sempre ganhar para se sentir satisfeito. Caso contrário, se sente um zero à esquerda, sem valor.
O medo de errar e virar um “nada” aos seus próprios olhos costuma ser constante. Em decorrência deste medo, a pressão que ele exerce sobre si próprio pode ser intensa e gerar muita ansiedade. Ele quer que as coisas aconteçam rapidamente para ter a certeza de que saíram conforme o planejado. E se não saírem, se for intrapunitivo, ele mesmo será seu carrasco e lhe dará uma “surra” psíquica, se martirizando pelo menor erro cometido.
O perfeccionista muitas vezes valoriza muito mais seus erros do que seus acertos. Faz 9 coisas certas, uma errada e acha que fez “tudo errado”. Por trás desta dinâmica psíquica pode ter erros graves cometidos no passado, talvez numa vida passada, com conseqüências graves e com o respectivo sofrimento.
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