terça-feira, 30 de setembro de 2008

Depois que li "Ria da minha vida" fiquei com uma certa quedinha pela Evandro - olha a intimidade... nem coloca o sobrenome... - porque ele deve ser um cara muito legal.
Amor platônico é bom de vez em quando... preenche a alma...
[Putz... Não bebi nada e não estou falando coisa com coisa... Deveria estar estudando Biologia neste momento, porque eu não sei quase nada dos malditos cnidários]
E eu vi no orkut dele que ele gosta de Lifehouse (OBS: como é bom não escrever pra professor ler e poder não se preocupar com pronomes se repetindo e tals... adoro a liberdade formal e 'vocabular' do MEU blog). Eu só conhecia uma música dessa banda, mas depois que eu descobri que ele gosta, descobri mais músicas e passei a AMAR essa banda.
http://www.youtube.com/watch?v=QCe2GwscXgo
O vocalista tem uma voz tão macia, tão agradável, tão envolvente... ai, ai... poderia ficar horas abraçadinha com o Evandro ouvindo Lifehouse... Quem sabe com o Gabriel, com o mala do CA...
Mas, porém, contudo, entretanto, não obstante, enquanto isso vou ouvindo Lifehouse (ao invés de estudar Zoologia, que é uma coisa que eu acho suuuper legaaal, adooooro), cultivando "esse hábito de sofrer que tanto me diverte", me reprimindo, me xingando, me odiando por minha lerdeza. Sentindo a minha carência e continuando estática diante da possibilidade de relacionamentos. Continuando sem dizer "eu te amo". Continuando com o meu fenótipo "coração de pedra", achando que é "tão estranho [e cômodo] carregar uma vida inteira no corpo, e ninguém suspeitar dos traumas, das quedas, dos medos, dos choros".
Ai... chega... pensar dói, ainda mais quando é sobre a própria vida.
Vou estudar biologia logo que eu ganho mais!

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