Como os chefes podem cultivar um ambiente pacífico?O problema do meu grupo foi falta de transparência.
Os chefes, ou melhor, superiores atuando como Gestores Humanos, devem buscar o máximo de transparência nas relações com e entre os membros do time; ou seja, estimular a prática do comportamento ético e criar espaço para discussões sobre relações pessoais. Estas iniciativas favorecem o aproveitamento das contribuições dos colaboradores e permitem mapear as diferenças e diversidades dos membros da equipe.
E os funcionários, por sua vez, podem agir de que maneira para evitar conflitos?
Devem tentar esclarecer, na hora, qualquer mal-entendido que tenha ficado no ar, lembrando que o conflito é como uma represa: a água vai acumulando até o dia em que a barragem estoura.
Em que caso de atrito entre funcionários, os gestores devem permanecer neutros ou intervir?
Permanecer neutro enquanto se trata de “arranca-rabo” corriqueiro; intervir no momento em que o desempenho do time como um todo ou uma prioridade central da organização esteja em jogo.
Que tipo de atitude eles devem tomar?
Convidar as partes para uma conversa franca, para identificar a real causa do conflito e conscientizar sobre o efeito do conflito; a análise fecha com a pergunta para as partes: “tem solução?” – na maioria dos casos, os envolvidos conseguem eliminar uma boa dose de carga “explosiva” e enxergar saídas; quando isso não acontece, o gestor pode expor o caso para o grupo (desde que acordado com a s partes) pedindo uma sugestão para resolver o conflito ou mediar entre as partes para chegar a uma solução.
Apesar do arranca-rabo ter características de corriqueiros, eu preciso tomar uma atitude, já que eu acho que é muito cedo pra se ter arranca-rabos.


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