domingo, 25 de abril de 2010
sábado, 24 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
A verdade é que eu só fiz aquele curso de cabeleleireiro pra te agradar.
Eu não me importo muito com o cabelo nem com a aparência alheia; acho tudo isso muito fútil pra mim.
Além disso, não tenho carisma nem assunto pra conversar. E não gosto de novela nem da vida das celebridades, o que frequentemente são assuntos.
Na verdade, eu não tenho jeito pra lidar com público de espécie alguma.
Não diria que eu sou totalmente tímida, acho que o meu problema maior é não saber conversar o tempo todo. E quando converso, falo alguma besteira.
Por isso tudo, acho que levo jeito pra trabalhar sozinha ou em lugares onde há poucas pessoas. E que se trabalhe concentrado e na maior parte do tempo em silêncio.
Talvez eu imagine muito e conheça pouco...
Acho que um laboratório de controle de qualidade, por exemplo, se enquadraria nesse meu ideal de profissão.E não cabeleireira...
Por favor, não se decepcione comigo. Eu sei que já causei muitas decepções antes, mas me perdoe mais essa vez...
Eu não me importo muito com o cabelo nem com a aparência alheia; acho tudo isso muito fútil pra mim.
Além disso, não tenho carisma nem assunto pra conversar. E não gosto de novela nem da vida das celebridades, o que frequentemente são assuntos.
Na verdade, eu não tenho jeito pra lidar com público de espécie alguma.
Não diria que eu sou totalmente tímida, acho que o meu problema maior é não saber conversar o tempo todo. E quando converso, falo alguma besteira.
Por isso tudo, acho que levo jeito pra trabalhar sozinha ou em lugares onde há poucas pessoas. E que se trabalhe concentrado e na maior parte do tempo em silêncio.
Talvez eu imagine muito e conheça pouco...
Acho que um laboratório de controle de qualidade, por exemplo, se enquadraria nesse meu ideal de profissão.E não cabeleireira...
Por favor, não se decepcione comigo. Eu sei que já causei muitas decepções antes, mas me perdoe mais essa vez...
"Coração na mão
Como um refrão de um bolero
Eu fui sincero como não se pode ser"
Como um refrão de um bolero
Eu fui sincero como não se pode ser"
domingo, 11 de abril de 2010
Minhas Barbies nunca casaram
[...]
Outro dia eu comecei a associar certas atitudes e teorias da minha mente insana e acabei aceitando o resultado do teste de anos atrás. Sim, minha mente é masculina por que eu penso como um homem em muitas coisas. E não. Isso não faz de mim um homem. Certamente Talvez um pouco egoísta, egomaníaca e insensível demais. Mas não vamos discutir isso agora.
Eu tenho um sério problema que eu juro que faço todo o possível para amenizar e torcer para ninguém perceber (agora é tarde pra isso, né?). Eu não reparo nos detalhes de muitas coisas. Se alguém corta o cabelo eu não reparo! Argh! Defeito mór da mente masculina. Mas lógico que se a pessoa poda o cabelo e tinge de azul eu percebo. O problema é aquele “cortar as pontas”. Eu nunca reparo! Para o meu desespero, quando alguém surge com as pontas aparadas todas comentam. Eu só concordo e aumento o coro falso do “Ficou ótimo!”.
E quando surgem aqueles comentários tipo “Fulana engordou, não?” ou “Meu Deus! O que aconteceu com a pele dela?”. Sério. Alguém se importa? Contanto que não seja comigo, não vejo diferença alguma no corpo alheio. Sou péssima para perceber os detalhes. E mulher adora se vangloriar de que percebe os detalhes e os homens não. Talvez seja por isso que eu nunca tenha ficado realmente irritada quando alguém não reparou no meu novo corte de cabelo. Só quem realmente interessa merece uma observação mais profunda. Aí sim, com muita má intenção interesse admiração que eu noto até a marca da camisa que o cara está usando.
O que mais me intriga é o case “bebê”. É ver um barrigudinho babão que o estrógeno da mulherada borbulha de excitação! Menos o meu. Todas suspiram, gemem, falam ‘cuti-cuti’ com voz melosa e não param de cheirar a cabeça da criança (ok, tenho que concordar que cheirinho de bebê realmente é bom). Depois ficam horas sonhando em quando terão um. Eu não me interesso nem morro de vontade de ter. Me falta instinto materno ou é a mente masculina bloqueando o desejo de criar uma prole?
Data de aniversário? Sempre esqueço! Graças ao mundo geek tenho um milhão de programas, sites e afins que lembram até mesmo quando é o meu aniversário. Estou perdida por aí? Dane-se! Não vou perguntar o caminho para alguém. [...] Detesto falar ao telefone.
Aliás, não sou muito de falar, portanto, não espere uma ligação ou mensagem de texto fofinha no dia seguinte. Grude ninguém merece e, caso não te veja há um tempo relativamente longo, não vou correr atrás. [...]
Casar pra quê? Tempos modernos, minha gente! Novos conceitos! Melhor juntar, porque quando tudo acabar dá menos trabalho. Nenhuma das minhas Barbies era casada ou tinha filhos. Elas eram executivas bem sucedidas que viajavam com o namorado e as amigas para as Bahamas. Nada de compromisso muito sério. Se ganhasse um Ken novo, o namorado da Barbie mudava.
por Vivian Tiemi
sábado, 3 de abril de 2010
Conversinha necessária
“ Eu adoraria que isso aqui fosse cor-de-rosa. Já que não é, precisamos conversar pra que não fique pior.
Aliás, é fundamental que conversemos, pois percebo que a comunicação não anda muito boa por aqui e talvez seja uma das razões de mal entendidos.
A partir de hoje eu quero transparência. Não quero mais que um espere o outro virar as costas pra falar algo. Vamos tentar esclarecer, na hora, qualquer mal-entendido que tenha ficado no ar.
Quanto ao transporte
Esse rolo todo aconteceu por falta de comunicação, minha inclusive - reconheço o meu erro.
Vamos então colocar as coisas em pratos limpos:
A H disse que não compensava levar apenas uma pessoa.
Eu só iria, não voltaria. Ou seja, só voltaria uma pessoa. Além disso, G disse que ficaria desconfortável em voltar sozinho. Em virtude disso, pensamos que você não iria de carro e tratamos de mudar os planos.
Reconheço que foi precipitado.
... (falta coisa ainda)
”
Aliás, é fundamental que conversemos, pois percebo que a comunicação não anda muito boa por aqui e talvez seja uma das razões de mal entendidos.
A partir de hoje eu quero transparência. Não quero mais que um espere o outro virar as costas pra falar algo. Vamos tentar esclarecer, na hora, qualquer mal-entendido que tenha ficado no ar.
Quanto ao transporte
Esse rolo todo aconteceu por falta de comunicação, minha inclusive - reconheço o meu erro.
Vamos então colocar as coisas em pratos limpos:
A H disse que não compensava levar apenas uma pessoa.
Eu só iria, não voltaria. Ou seja, só voltaria uma pessoa. Além disso, G disse que ficaria desconfortável em voltar sozinho. Em virtude disso, pensamos que você não iria de carro e tratamos de mudar os planos.
Reconheço que foi precipitado.
... (falta coisa ainda)
”
Seis habilidades essenciais para resolver eventuais conflitos
1. Criar e manter o vínculo, até mesmo com o "adversário". O segredo para interromper um conflito é criar ou recriar um vínculo com a outra parte. Não temos de gostar de alguém para criarmos um vínculo com ele; precisamos somente de um objetivo em comum. Trate a pessoa como amigo e baseie a relação em respeito mútuo e cooperação. Os líderes devem aprender a separar a pessoa do problema, a querer ajudar o outro legitimamente e a evitar suas próprias reações negativas a fortes emoções dos outros.
2. Estabelecer um diálogo e negociar. Em todos os momentos, é importante manter a conversa sobre o tema em questão, focar um resultado positivo e continuar atento ao objetivo comum. É imperativo evitar ser hostil e agressivo. O passo seguinte é a negociação, que inclui trocas. A conversa e a negociação criam uma transação genuína, produtiva e comprometida com duas vias. Precisamos investir nisso a energia do corpo, das emoções, do intelecto e do espírito.
3. "Pôr o peixe sobre a mesa." Ou seja, levantar uma questão difícil sem se passar por agressivo ou hostil. A analogia vem da Sicília, onde os pescadores, que são extremamente unidos, colocam seus pescados sobre uma grande mesa para que todos os limpem juntos. Eles trabalham arduamente e são recompensados com um grande jantar -prato principal: peixe- no final do dia. Se você deixa um peixe sobre a mesa, ele começa a apodrecer e a cheirar mal. Mas, se o limpa, gera um resultado benéfico para todos. O importante é lembrar que devemos ser diretos, ter respeito pelo outro e sempre ajudar o próximo, que, assim, vai nos respeitar também. Para completar, o timing é importante: não seria benéfico levantar um tópico difícil quando um colega está saindo para o aeroporto.
4. Entender a causa do conflito. Para formar um diálogo com o intuito de resolver a questão, precisamos compreender a raiz do problema. Entre as razões mais comuns para o desentendimento estão os diferentes objetivos, interesses e valores. Pode haver percepções distintas do problema, como "É um problema no controle de qualidade" ou "É um problema na produção", e também podem existir estilos de comunicação desiguais. O poder, o status, a rivalidade, a insegurança, a resistência às mudanças e a confusão sobre as regras também podem gerar divergências. Pessoas egoístas, por exemplo, costumam provocar conflitos. Ainda é crucial determinar se o conflito tem a ver com interesses ou necessidades: interesses são mais transitórios e superficiais, como propriedade, renda ou até um emprego; as necessidades, mais básicas, como sua identidade, segurança e respeito. Conflitos que provocam perdas relativas a necessidades podem deixar grandes feridas por toda a vida. Às vezes, parece que o conflito tem relação com interesses, mas na verdade se liga a uma necessidade. Por exemplo, uma pessoa que deixou de ser promovida aparentemente ficou chateada por perder o ganho extra, mas, na verdade, sua dor é causada pela perda de respeito entre os pares ou até de identidade.
5. Usar a lei da reciprocidade. Ela é a base da cooperação e da colaboração: o que você dá é o que você recebe. As pessoas têm grande dificuldade com isso, mas não deveriam. Recentemente pesquisadores identificaram no cérebro humano uns "neurônios-espelhos", sugerindo que nosso sistema límbico (parte emocional do cérebro), responsável pela empatia, "lê" a intenção alheia e os sentimentos do outro em relação a nós. A troca mútua e a adaptação interna permitem que dois indivíduos fiquem sintonizados e interligados quanto a seus respectivos estados internos. Portanto, uma técnica poderosa a fim de controlar qualquer tipo de disputa é a da empatia com os sentimentos e as opiniões dos outros, determinando o modo de nos expressarmos, seja verbalmente ou não. Essa atitude no meio social permite que façamos as corretas concessões no momento certo. Quando concedemos alguma coisa, esperamos uma resposta boa da outra parte. E, quando percebemos que nos fizeram concessões, devemos fazer o mesmo.
6. Construir uma relação positiva. Uma vez que um vínculo foi estabelecido, devemos tanto fortalecer a relação como buscar nossos objetivos. Precisamos equilibrar a razão com a emoção, porque as emoções -como o medo, a raiva, a frustração e até mesmo o amor- podem perturbar a racionalidade. Precisamos compreender o ponto de vista do outro, não importando se concordamos com ele ou não. Quanto mais eficaz for a comunicação de nossas diferenças e das áreas de concordância, mais entenderemos as preocupações do outro e maiores as possibilidades de chegar a um acordo que satisfaça as duas partes. Os vínculos mais profundos foram baseados no que o eminente psicólogo Carl Rogers chamou de "olhar positivo incondicional". Em suma, sentir-se aceito, digno e valorizado são necessidades psicológicas básicas de todo mundo. Basta lembrar-se disso e de que, como a negociação de reféns demonstra, é mais produtivo persuadir do que coagir.
Como os chefes podem cultivar um ambiente pacífico?O problema do meu grupo foi falta de transparência.
Os chefes, ou melhor, superiores atuando como Gestores Humanos, devem buscar o máximo de transparência nas relações com e entre os membros do time; ou seja, estimular a prática do comportamento ético e criar espaço para discussões sobre relações pessoais. Estas iniciativas favorecem o aproveitamento das contribuições dos colaboradores e permitem mapear as diferenças e diversidades dos membros da equipe.
E os funcionários, por sua vez, podem agir de que maneira para evitar conflitos?
Devem tentar esclarecer, na hora, qualquer mal-entendido que tenha ficado no ar, lembrando que o conflito é como uma represa: a água vai acumulando até o dia em que a barragem estoura.
Em que caso de atrito entre funcionários, os gestores devem permanecer neutros ou intervir?
Permanecer neutro enquanto se trata de “arranca-rabo” corriqueiro; intervir no momento em que o desempenho do time como um todo ou uma prioridade central da organização esteja em jogo.
Que tipo de atitude eles devem tomar?
Convidar as partes para uma conversa franca, para identificar a real causa do conflito e conscientizar sobre o efeito do conflito; a análise fecha com a pergunta para as partes: “tem solução?” – na maioria dos casos, os envolvidos conseguem eliminar uma boa dose de carga “explosiva” e enxergar saídas; quando isso não acontece, o gestor pode expor o caso para o grupo (desde que acordado com a s partes) pedindo uma sugestão para resolver o conflito ou mediar entre as partes para chegar a uma solução.
Apesar do arranca-rabo ter características de corriqueiros, eu preciso tomar uma atitude, já que eu acho que é muito cedo pra se ter arranca-rabos.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
H.
Fiquei numa faca de dois gumes.
Agi com pouca ética.
Estou com a consciência pesada.
É bem verdade que ela é uma não é santa, mas não era necessário que a M. fosse tão vingativa com ela.
Agi com pouca ética.
Estou com a consciência pesada.
É bem verdade que ela é uma não é santa, mas não era necessário que a M. fosse tão vingativa com ela.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
A sétima arte
Descobri que não assisto mais filmes apenas para me distrair.
Eu assisto filmes para preencher a vida, para entender o mundo e as pessoas.
Sei que não posso fazer grandes mudanças, mas certamente me torno mais humana.
Eu assisto filmes para preencher a vida, para entender o mundo e as pessoas.
Sei que não posso fazer grandes mudanças, mas certamente me torno mais humana.
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