domingo, 31 de agosto de 2008

Mar Português

Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!

Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma nao é pequena.
Quem quer passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.


Fernando Pessoa

Down?

Puuutz...
Tava olhando as fotos do meu space (que eu não costumo atualizar, portanto são antigas) e vi que atualmente estou: véia, feia, gorda, mal humorada, com cabelo estranho, branquela, desleixada, sem maquiagem, sem esmalte, sem pulseira, sem anel, sem colar.
Porém estou com mais conhecimento sobre muitas coisas (traduzindo: estou mais "nerd").
"Valeu a pena?" Acho que só o tempo dirá, embora eu ache que sim. Apenas deveria ter balanceado mais as coisas...

sábado, 30 de agosto de 2008

:D

Finalmente tenho Speedy!

Yeah!

Quinta-feira: Deus Thor

Este dia é dedicado a Thor, o deus do trovão, dono de um martelo mágico que lhe confere poder e vitalidade. É símbolo da riqueza. Esse martelo mágico era chamado de Mjolnir, que significa, que lançava raios de luz. O Mjolnir tinha uma enorme cabeça e um cabo curto. Thor nunca errava o alvo e o martelo sempre retornava as suas mãos. Ele usava luvas de ferro mágicas para segurar o cabo do martelo branco e um cinturão que dobrava sua força. Thor é um deus de cabelos vermelhos e barba, representando a força da natureza (trovão). Ele é o filho de Odin, o deus supremo de Asgard, e de Jord a deusa dos seres humanos. Thor adorava disputas de poder e era o principal campeão dos deuses contra seus inimigos, os gigantes de gelo. Os fazendeiros apreciavam sua honestidade simplória e repugnância contra o mal e veneravam Thor em vez de Odin. Os animais de Thor era o carneiro, o bode e a águia. Os anglo-saxões deram o nome de Thor ao quinto dia da semana, Thursday ou seja "Thor's day" (quinta-feira, em inglês).Quem nasce nesse dia recebe a ajuda de Thor para conquistar a prosperidade material.
http://www1.uol.com.br/bemzen/horoscopoviking/quinta.html

sábado, 16 de agosto de 2008

Vai passar...

Rosana Caiado

No caminhar dos ponteiros do relógio da Central, depois de três ou quatro luas cheias, no dia seguinte em que aquele filme sair em DVD, quando o seu cabelo crescer dois dedos e nascer uma flor no pé de maracujá, vai passar.
Se contar com a companhia de amigos com quem você possa chorar ou dar risada (a escolher) passará mais rápido. Se confundir as taças com alguém do sexo oposto, passará ainda mais rápido, rápido, rápido. Se tiver sorvete de chocolate no congelador passará ligeiro. E se tomar com calda de caramelo passará como um raio.
Às sete da manhã, vai passar. Quando começar a fazer calor, vai passar. Depois que você chorar a última de tantas lágrimas, vai passar. Como um mantra, vai passar.
[...]Vai passar, eu garanto. Se não for por um golpe de sorte, será por esforço e merecimento. E, se tardar, por necessidade e instinto de sobrevivência, vai passar.
E toda essa tristeza vai dar lugar a um novo amor. E ele há de ser grande para preencher tanto espaço. E, acredite, você será feliz com ele. Muito feliz, insuportavelmente feliz. E vai maldizer os últimos dias com o outro, quando nem se lembrava da sensação de ter as bochechas mais coradas da festa.
Aí você vai pensar no dia de hoje como se ele pertencesse a uma vida passada, há muito tempo, lá longe. E essa lembrança virá com desdém e um pouco de mágoa. Talvez traga uma ponta de saudade - às vezes, muitas, os sentimentos não se casam. O importante - pode confiar - é que você estará tranqüila, sem o assombro nem os olhos tristes de agora.

http://www.bolsademulher.com/amor/materia/vai_passar/38252/1

"amar dá medo"
http://www.bolsademulher.com/amor/materia/o_primeiro_amor/7495/2
"É comum encontrar muitos jovens com depressão e tendência a suicídio por causa de relacionamentos mal-resolvidos."
http://www.bolsademulher.com/amor/materia/o_primeiro_amor/7495/2

Relatório

Estado Civil: Solteira
Morando: com a família
Meus cabelos são...: Lisos ...na cor: castanho
O que mais gosto no meu corpo: Cérebro, cabelo, olhos...
Meu perfume: Jean Paul Gaultier e Amarige
Marca preferida: Odeio exibir Marcas
Livros de cabeceira: Os Sofrimentos do Jovem Werther
Música que marcou minha vida: Sweet child o' mine
Programas de TV: Os viajantes da História
Filmes que mais gostei: Ela é demais; Noiva em Fuga; Minha vida noutra vida;
Um homem e uma mulher interessantes: Pasteur e sua esposa
Minha paixões: Química, livros, música, meus gatos...
Hobbies: Ler, estudar, ouvir música.
Atividades físicas: Caminhada
Um pensamento: "É bem verdade que não podemos encontrar a pedra filosofal, mas é importante que ela seja procurada; Procurando-a encontramos muitos bons segredos que não procurávamos." Fontenelle
Atuação: Estudante

"Sucrilhos"

Ana Téjo

Aí, aos dezesseis anos, eu ganhei o direito de usar lentes de contato e a minha vida mudou. Exatamente como naqueles comerciais péssimos da Bausch & Lomb, passei a ver o mundo cheio de detalhes que, de repente, tinham ido parar lá, para minha total perplexidade.
Só que usar lentes é uma arte que exige alguma técnica. Chorar, por exemplo. Quem usa lente nunca mais chora do mesmo jeito, tipo, buááá, buááá, sob o risco de perder algumas centenas de reais em um lenço de papel. Coçar o olho é outra coisa que requer prática & habilidade da tribo dos míopes disfarçados. Há um jeito todo especial de coçar para impedir que a lente se precipite. Mulheres aprendem rápido que não podem tirar as sobrancelhas usando lente (o que torna impossível fazer o serviço sem ajuda de terceiros) e que o rímel à prova d'água é a melhor invenção da cosmética, desde o surgimento do batom.
Eu, iniciante que era, ainda não sabia de nada disso, o que garantiu uma série de surpresas nem sempre positivas. Como no dia em que fiz minha mãe me levar à clínica, berrando dentro do carro, porque a lente - na época, gelatinosa - tinha dobrado e ido parar na pálpebra superior. Só que, para meu desespero, a danada não tinha ficado ali, quietinha, dobrada em quatro. Virou uma espécie de trouxa de contato, quase impossível de ver e muito menos de tirar do olho. E eu, urrando de pânico, com medo da lente romper as fronteiras do globo ocular e ir parar dentro do meu cérebro. Teria idéias visionárias, certamente. Mas não era tão otimista naquela época.

Leia inteiro: http://www.bolsademulher.com/familia/materia/sucrilhos/40052/1