Hahaha!
Férias.
Simplesmente férias!
Eu estou em férias! Vou acordar tarde amanhã! Estou na net até agora! Eu posso! Hahaha!
E amanhã aquele bando de panaca na recuperação! Bem feito! hahaha
segunda-feira, 30 de junho de 2008
domingo, 29 de junho de 2008
Amor pra recomeçar
Frejat - Mauricio Barros - Mauro Sta. Cecília
E com os que erram Feio e bastante Que você consiga Ser tolerante...
Quando você ficar triste Que seja por um dia E não o ano inteiro
E que você descubra Que rir é bom Mas que rir de tudo É desespero...
Desejo! Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado Ainda, exista amor Pra recomeçar...
Eu te desejo muitos amigos Mas que em um Você possa confiar
E que tenha até Inimigos Pra você não deixar De duvidar...
Eu desejo! Que você ganhe dinheiro Pois é preciso Viver também
E que você diga a ele Pelo menos uma vez Quem é mesmo O dono de quem...
domingo, 22 de junho de 2008
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Verbetes que estão faltando hoje em dia...
cons.ci.ên.cia
s. f. 1. Capacidade que o homem tem de conhecer valores e mandamentos morais e aplicá-los nas diferentes situações. 2. Rel. Testemunho do nosso espírito, aprovando ou reprovando os nossos atos. 3. Cuidado escrupuloso. 4. Honradez, retidão. 5. Conhecimento.
dig.ni.da.de
s. f. 1 Modo de proceder que infunde respeito. 2 Elevação ou grandeza moral. 3 Honra. 4 Autoridade, gravidade. 5 Decência, decoro.
é.ti.ca
s. f. 1. Parte da filosofia que estuda os valores morais e os princípios ideais da conduta humana. 2. Conjunto de princípios morais que se devem observar no exercício de uma profissão.
ho.nes.ti.da.de
s. f. 1. Qualidade de honesto. 2. Honradez, probidade. 3. Decoro.
ho.nes.to
adj. 1. Honrado, probo. 2. Digno de confiança. 3. Justo, escrupuloso. 4. Decente, decoroso.
hon.ra
s. f. 1. Sentimento de dignidade própria que leva o homem a procurar merecer e manter a consideração pública. 2. Consideração ou homenagem à virtude, ao talento, às boas qualidades humanas. 3. Probidade.
mo.ral
adj. m. e f. 1. Relativo à moralidade, aos bons costumes. 2. Que procede conforme à honestidade e à justiça, que tem bons costumes. 3. Diz-se de tudo que é decente, educativo e instrutivo. S. f. 1. Filos. Parte da filosofia que trata dos atos humanos, dos bons costumes e dos deveres do homem em sociedade e perante os de sua classe. 2. As leis da honestidade e do pudor. S. m. 1. Conjunto das nossas faculdades morais. 2. Disposição do espírito, energia para suportar as dificuldades, os perigos; ânimo. 3. Tudo o que diz respeito ao espírito ou à inteligência (por oposição ao que é material).
re.ti.dão
s. f. 1. Qualidade de reto. 2. Legalidade, legitimidade. 3. Integridade de caráter. 4. Lisura de procedimento.
s. f. 1. Capacidade que o homem tem de conhecer valores e mandamentos morais e aplicá-los nas diferentes situações. 2. Rel. Testemunho do nosso espírito, aprovando ou reprovando os nossos atos. 3. Cuidado escrupuloso. 4. Honradez, retidão. 5. Conhecimento.
dig.ni.da.de
s. f. 1 Modo de proceder que infunde respeito. 2 Elevação ou grandeza moral. 3 Honra. 4 Autoridade, gravidade. 5 Decência, decoro.
é.ti.ca
s. f. 1. Parte da filosofia que estuda os valores morais e os princípios ideais da conduta humana. 2. Conjunto de princípios morais que se devem observar no exercício de uma profissão.
ho.nes.ti.da.de
s. f. 1. Qualidade de honesto. 2. Honradez, probidade. 3. Decoro.
ho.nes.to
adj. 1. Honrado, probo. 2. Digno de confiança. 3. Justo, escrupuloso. 4. Decente, decoroso.
hon.ra
s. f. 1. Sentimento de dignidade própria que leva o homem a procurar merecer e manter a consideração pública. 2. Consideração ou homenagem à virtude, ao talento, às boas qualidades humanas. 3. Probidade.
mo.ral
adj. m. e f. 1. Relativo à moralidade, aos bons costumes. 2. Que procede conforme à honestidade e à justiça, que tem bons costumes. 3. Diz-se de tudo que é decente, educativo e instrutivo. S. f. 1. Filos. Parte da filosofia que trata dos atos humanos, dos bons costumes e dos deveres do homem em sociedade e perante os de sua classe. 2. As leis da honestidade e do pudor. S. m. 1. Conjunto das nossas faculdades morais. 2. Disposição do espírito, energia para suportar as dificuldades, os perigos; ânimo. 3. Tudo o que diz respeito ao espírito ou à inteligência (por oposição ao que é material).
re.ti.dão
s. f. 1. Qualidade de reto. 2. Legalidade, legitimidade. 3. Integridade de caráter. 4. Lisura de procedimento.
segunda-feira, 9 de junho de 2008
Divagações no ônibus...
A moça da frente tem o olhar triste.
O cara do banco ao lado está com o livro "O petróleo e a glória". Deve ser interessante (os dois). Se bem que ele é meio tiozão e não pára de falar no celular. E eu não gostei da voz dele.
(Putz, tenho que ligar pra minha mãe!).
Vejo a escola técnica. É bonita e feia.
Pinheiros (eucaliptos) bonitos.
Casas populares coloridas. São tão pequenas e tão longes do centro... Já têm moradores. Já têm muros!
Droga! Cheiro de cigarro do meu lado.
Mato, árvores, mato.
Pego a estrada.
Mais eucaliptos. Nunca tinha reparado que eram tantos nesse trecho.
Sol no meu rosto.
Pedágio. "Sem parar" é maravilhoso. Mas rouba empregos.
"Doce Caseiro", "Queijo", "Colorau".
"A minha vó que me ensina falar palavrão" - disse o G. Hoje. "A vó sem umbigo?" - perguntei. "Não. Essa é chata. A vó que mora comigo".
Estou tentando me afastar, mas não consigo. Eu odeio a J.: ô menina fresca e metida. Vaca. Aguada. "Sua voz horrível. Você não se enxerga, garota?" - Tenho vontade de dizer.
O T. também está me irritando. O slide dele ficou horrível. O meu ficou ótimo e ele modificou para fazer aquela merda. Desgraçado. Cara de criança. Nariz feio. Voz feia. Chato.
Pelo menos eu dei umas tiradas neles. Que mania de eles têm de bancar os líderes. De querer tudo do jeito deles. Ô, caralho! Que ódio...
Ah! A L. tem o calcanhar rachado. Idiota. Quer ser tão gostosa, com aquele calcanhar rachado. Puta.
Rio.
Plantação de cana.
Isso aqui já foi coberto por mata atlântica; hoje se vê poucos trechos de árvores nativas.
Pastagens, cana, eucalipto.
Árvores nativas só nos morros, onde não dá pra plantar nada.
Torre de força. Modernidade. Progresso.
Motel de beira de estrada. "Pocavergonha".
Carros. Moto.
Ponte.
Céu azul. Sol alto.
Já estou chegando.
O cara do banco ao lado está com o livro "O petróleo e a glória". Deve ser interessante (os dois). Se bem que ele é meio tiozão e não pára de falar no celular. E eu não gostei da voz dele.
(Putz, tenho que ligar pra minha mãe!).
Vejo a escola técnica. É bonita e feia.
Pinheiros (eucaliptos) bonitos.
Casas populares coloridas. São tão pequenas e tão longes do centro... Já têm moradores. Já têm muros!
Droga! Cheiro de cigarro do meu lado.
Mato, árvores, mato.
Pego a estrada.
Mais eucaliptos. Nunca tinha reparado que eram tantos nesse trecho.
Sol no meu rosto.
Pedágio. "Sem parar" é maravilhoso. Mas rouba empregos.
"Doce Caseiro", "Queijo", "Colorau".
"A minha vó que me ensina falar palavrão" - disse o G. Hoje. "A vó sem umbigo?" - perguntei. "Não. Essa é chata. A vó que mora comigo".
Estou tentando me afastar, mas não consigo. Eu odeio a J.: ô menina fresca e metida. Vaca. Aguada. "Sua voz horrível. Você não se enxerga, garota?" - Tenho vontade de dizer.
O T. também está me irritando. O slide dele ficou horrível. O meu ficou ótimo e ele modificou para fazer aquela merda. Desgraçado. Cara de criança. Nariz feio. Voz feia. Chato.
Pelo menos eu dei umas tiradas neles. Que mania de eles têm de bancar os líderes. De querer tudo do jeito deles. Ô, caralho! Que ódio...
Ah! A L. tem o calcanhar rachado. Idiota. Quer ser tão gostosa, com aquele calcanhar rachado. Puta.
Rio.
Plantação de cana.
Isso aqui já foi coberto por mata atlântica; hoje se vê poucos trechos de árvores nativas.
Pastagens, cana, eucalipto.
Árvores nativas só nos morros, onde não dá pra plantar nada.
Torre de força. Modernidade. Progresso.
Motel de beira de estrada. "Pocavergonha".
Carros. Moto.
Ponte.
Céu azul. Sol alto.
Já estou chegando.
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