domingo, 30 de dezembro de 2007
lalala
NÃO DESISTA DE SER FELIZ!
"Faça como as abelhas: vá às flores e despreze os espinhos.
Só há um meio de ter virtude: desejar tê-la.
Não deixe a pressa da vida contaminar você. Não se canse de compreender, não se canse de respeitar, não se canse de amar...
A alegria é ar, é som, é vida. Mantenha o seu bom humor.
O passar dos anos não depende de você. Mas passá-los da melhor maneira, sim. A vida agitada impede o ser humano de ver o verdadeiro
valor das coisas pequeninas.
Não se preocupe em viver muito. Preocupe-se em viver bem o seu dia a dia. O segredo da juventude é pensar que o melhor da vida é o dia
de hoje.
Festeje cada dia de sua vida, pois a cada amanhecer você tem a oportunidade de renascer.
Não espere que a verdade, a bondade, a calma, a fé... venham do lado de fora. Descubra-as dentro de você. Por fora de toda sombra, há
luz..
Não deixe que o ontem nem o amanhã estraguem o seu hoje. O ontem já passou e o amanhã não chegou.
Você não pode pescar toda sua felicidade com uma rede, mas pode pescá-la com um anzol, dia após dia, um pouquinho de cada vez.
Mude você, não os outros. Mude agora e não amanhã.
Não perca tempo para se sentir melhor e feliz. Os milagres de Deus dependem da decisão do seu coração. Não se consegue nada sem fé."
E lembre-se sempre... Não desista nunca de ser feliz."
terça-feira, 25 de dezembro de 2007
Deus existe?
Alguém já viu?
"Você pode até dizer que eu tô por fora, ou senão que tô inventando", mas ninguém viu um elétron, um próton, um nêutron, quem dirá então um quark, um charm ou um strange, mas justificam sua existência sem mesmo tê-los visto. Sentem que elétrons existem. Elétrons explicam muitas coisas.
E Deus? Eu nunca vi e ninguém me convenceu de tê-lo visto. Mas será que não o sentimos?
A ciência é cheia de regras, mas dizem que o Universo foi um acidente, que a vida foi um acidente. Será que o acidente não teve uma forcinha?
"Pensava-se que microorganismos eram lendas e que curas eram impossíveis", mais tarde descobriram que existiam.
acreditavam na "Teoria do Flogístico" como responsável pela diferença de massa ao final de uma reação. Mais tarde, Lavoisier nos disse que era mentira (e mais tarde ainda veio o Einstein, mas deixa isso pra lá...)
Reflexão para o Natal e para o próximo ano
...
Não converta o próprio lar em museu.
Utensílio inútil em casa será utilidade na casa alheia.
O desapego começa das pequeninas coisas, e o objeto conservado, sem aplicação no recesso da moradia, explora os sentimentos do morador.
A verdadeira morte começa na estagnação.
...
Transfigure os apetrechos, que lhe sejam inúteis, em forças vivas do bem.
Retire da despensa os gêneros alimentícios, que descansam esquecidos, para a distribuição fraterna aos companheiros de estômago atormentado.
Reviste o guarda-roupa, libertando os cabides das vestes que você não usa, conduzindo-as aos viajores desnudos da estrada.
Estenda os pares de sapatos, que lhe sobram, aos pés descalços que transitam em derredor.
Elimine do mobiliário as peças excedentes, aumentando a alegria das habitações menos felizes.
Revolva os guardados em gavetas ou porões, dando aplicação aos objetos parados de seu uso pessoal.
Transforme em patrimônio alheio os livros empoeirados que você não consulta, endereçando-os ao leitor sem recursos.
...
Renovemos a vida constantemente, cada ano, cada mês cada dia...
Previna-se hoje contra o remorso amanhã.
O excesso de nossa vida cria a necessidade do semelhante.
Ajude a casa de assistência coletiva.
...
Medique os enfermos.
Aplaque a fome alheia.
Enxugue lágrimas.
Socorra feridas.
...
sábado, 22 de dezembro de 2007
Simplesmente Prata
Meu Plano
Meu plano era deixar você pensar
Meu plano era deixar você falar o que quiser
Meu plano era deixar você falar
Coisas sem sentido, sem motivo, sem querer
Andei fazendo planos pra você
Engano seu achar que fosse brincadeira
Engano seu
Aconteceu de ser assim dessa maneira
Engano é meu
Mesmo sem motivo, sem sentido, sem saber
Andei fazendo planos pra você
Pra você eu faço tudo e um pouco mais
Pra você ficar comigo e ninguém mais
Largo os compromissos
Deixo tudo ao lado
Você tenta em vão me convencer
Que é melhor não fazer planos pra você
Meu plano era deixa você fugir quando quiser
Meu plano era esperar você voltar
Engano seu achar que o plano é passageiro
Engano meu
Acho que o destino antes de nos conhecer
Fez um plano pra juntar eu e você
Pra você eu faço tudo e um pouco mais
Pra você ficar comigo e ninguém mais
Largo os compromissos
Deixo tudo ao lado
Você tenta em vão me convencer
Que é melhor não fazer planos pra você!
domingo, 2 de dezembro de 2007
sábado, 1 de dezembro de 2007
Ternura
Embora o meu amor seja uma velha canção nos teus ouvidos
Das horas que passei à sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentado
Pela graça indizível dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras dos véus da alma...
É um sossego, uma unção, um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses quieta, muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite encontrem
sem fatalidade o olhar estático da aurora.
Hoje vi o J. ...
Sabe o que eu queria mesmo? Que tudo tivesse dado certo, que a gente tivesse dado certo...
Apesar de tudo...
Aliás, acho que tudo aquilo não poderia ter acontecido, poderia apenas "ter dado certo".
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
domingo, 4 de novembro de 2007
Tenho um apetite voraz e os delírios mais doidos.
Você pode até me empurrar de um penhasco e eu vou dizer: “E daí? Eu adoro voar...”
Vencedor
Toma as espadas rútilas, guerreiro,
E à rutilância das espadas, toma
A adaga de aço, o gládio de aço, e doma
Meu coração - estranho carniceiro!
Não podes?! Chama então presto o primeiro
E o mais possante gladiador de Roma.
E qual mais pronto, e qual mais presto assoma
Nenhum pôde domar o prisioneiro.
Meu coração triunfava nas arenas.
Veio depois um domador de hienas
E outro mais, e, por fim, veio um atleta,
Vieram todos, por fim; ao todo, uns cem...
E não pôde domá-lo enfim ninguém,
Que ninguém doma um coração de poeta!
Primavera
Primavera se foi e com ela meu amor
Quem me dera poder consertar tudo que eu fiz
O perfume que andava com o vento pelo ar
Primavera soprando pr'um caminho mais feliz
Mais feliz, pois a rosa que se esconde
No cabelo mais bonito, é um grito
Quase um mito, uma prova de amor
Primavera se foi, e com ela essa dor
Se alojou no meu peito devagar
A certeza do amor não me deixa nunca mais
Primavera brilhando em seu olhar
E o olhar que eu guardo na lembrança
Ainda traz a esperança
de te ter ao meu ladinho numa proxima estação
Primavera se foi e com ela meu amor
Quem me dera poder consertar tudo que eu fiz
O perfume que andava com o vento pelo ar
Primavera soprando pr'um caminho mais feliz
Mais feliz, mais feliz...
Quem me dera poder consertar tudo que eu fiz!
sábado, 3 de novembro de 2007
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
quarta-feira, 31 de outubro de 2007
Deu de falar de suicídio, de pagar de deprê... PQP! Quem vai se matar, ou está em depressão não fala pra ninguém, aliás, depressão é doença, dias de melancolia todos têm.
E outra: escreveu um texto, crônica, sei lá, retratando um suicídio, e, como se não bastasse, leu na sala de aula, pra professora e pra todos ouvirem. Quando a profa perguntou de onde veio a inspiração, ele disse que se matou no papel pra não fazer uma besteira. Ahhh váá ser Robert assim noutro lugar!
Tá, ele é meu amigo, mas ultimamente está me irritando!
>.<
terça-feira, 30 de outubro de 2007
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Primavera
Primavera se foi e com ela meu amor
Quem me dera poder consertar tudo que eu fiz
O perfume que andava com o vento pelo ar
Primavera soprando pr'um caminho mais feliz
Mais feliz, pois a rosa que se esconde
No cabelo mais bonito, é um grito
Quase um mito, uma prova de amor
Primavera se foi, e com ela essa dor
Se alojou no meu peito devagar
A certeza do amor não me deixa nunca mais
Primavera brilhando em seu olhar
E o olhar que eu guardo na lembrança
Ainda traz a esperança
de te ter ao meu ladinho numa proxima estação
Primavera se foi e com ela meu amor
Quem me dera poder consertar tudo que eu fiz
O perfume que andava com o vento pelo ar
Primavera soprando pr'um caminho mais feliz
Mais feliz, mais feliz...
Quem me dera poder consertar tudo que eu fiz!
: (
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Vingança pra quê?
Fui à uma loja de móveis pra ver preço de prateleleira e tive que subir na parte de artigos para bebê, pois é lá que ficam as prateleiras e estantezinhas do jeito que eu queria. Quando estava descendo pra ir embora, me deparo com a N. Galinhão, grávida, com uma bata preta que dava a impressão de dez vezes mais gordura e barriga do que ela tem, com aquele cabelo ridículo, com aquele nariz ridículo, enfim, com toda a sua ridiculez, de mãos dadas com um tonto que deve achar ser o pai da coitada da criança subindo pro departamento de bebês... haha! Fiz questão de olhar e ela percebeu que eu olhei, como eu queria.
Eu perdi uma pessoa que amava, ela perdeu bons anos de vida. É, acho que o prejuízo maior foi dela.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Tinha um, "Detalhe", onde aparece uma menina de costas, da cintura pra baixo, com um vestido antigo muito fofo, segurando duas flores nas mãos... Foi o que eu mais gostei.
"O Insignificante", se não me engano, mostra um menino como se fosse um chaveiro. É muito interessante, dá idéia de dominação, manipulação, sei lá... Só ela que sabe o que quis dizer.
Achei um outro lindo também, mas não lembro o nome, sei que era algo como um planalto flutuando sobre a superfície do mar, sendo levado pela correnteza que desemboca em um abismo em forma de funil. Em cima de tal planalto havia um piano e um holofote direcionado a ele, no canto, uma mulher se preparava pra subir uma escada que a conduzia para uma das muitas luas, salvando-a do abismo. Outra coisa interessante é a presensa de flores (lírios, talvez) no planalto onde o observador aparenta estar.
"O Desconhecido" é outro quadro que tem presensa constante de luas. Um menino estende o braço cordialmente para mostrar um portão que leva a um caminho cheio de planaltos flutuantes que aparenta levar a algumas luas "desconhecidas"...
Tinha outro com umas borboletas lindas voando sobre um terreno que estava se rasgando, formando um abismo; às margens dele havia um casal de caveiras.... muito bom!
Olha, estava boa mesmo!
Sabe, esses filmes despertam meu instinto justiceiro e me dão mais vontade de ser policial, mas não que trabalhe nas ruas, muito menos do BOPE. Hum... talvez algo relacionado à perícia, à estratégias, coisas do tipo.
Bem, meu desejo nem é ser policial especificamente. Gostaria de não desperdiçar minha existência, gostaria de fazer algo de últil para o mundo, para o Brasil, se não der, pros meus vizinhos já está valendo e me deixará satisfeita.
domingo, 12 de agosto de 2007
Eus
Eu de verdade é bem humorada, alegre, canta, sorri, gosta de sentir o vento...
Essa outra eu é chata, se irrita com facilidade.
Aliás, a irritação é um portal muito fácil de atravessar para eu chegar a essa outra eu.
E depois de atravessar eu chata, aparece outra eu que sente um vazio e um aperto no peito e fica se culpando por ter se tornado a eu dois e tentando resgatar a eu um.
A eu três ouve uma música, lê um livro, escreve alguma idiotice.
De repente, uma versão suavizada da eu original reaparece e após algum tempo o ciclo recomeça.

sábado, 11 de agosto de 2007
Raiva
Certa tarde, saí mais cedo do trabalho, passei próximo a uma padaria e vi croissants recém tirados do forno, como sei que é algo que ele gosta, resolvi, então, comprar alguns e fazer-lhe uma surpresa, afinal, se o conheço bem, ele devia estar comendo pão de forma e miojo há pelo menos uma semana.
Com o troco, comprei também um espumante vagabundo em um bar. Ele precisava espairecer! Devia estar sonhando com números.
Fui à pé, sentindo o vento. Coincidentemente usava a blusa branca que ele dizia me deixar ainda mais linda.
Tinha a chave do apartamento. Resolvi entrar silenciosamente e dar-lhe um susto.
Segui para o escritório... Ora! Estava vazio. Será que ele saiu?
Deixei o pacote da padaria sobre a mesinha próxima à porta.
Dirigia-me a cozinha através do corredor com o espumante na mão, quando fui surpreendida com uma cena no quarto.
Instintivamente a garrafa voou e despedaçou-se na parede. Os porta-retratos com nossas fotos e alguns vasos tiveram o mesmo destino.
Estava possuída. Ele tentou acalmar-me. Ela se trancou rapidamente no banheiro. Senti vontade de destruir os dois.
Chutei a cadeira.
Bati a porta.
Saí.
Presenteei o porteiro com os croissants.
Corri para a rua.
Lágrimas rolaram.
Joguei a chave para o alto.
Era a última vez que pisaria ali.
terça-feira, 12 de junho de 2007
Convocação
Você que gosta de dias chuvosos.
Você que não é um troglodita.
Você que me sabe ter nos braços.
Você que sabe reconhecer os meus dias de fossa e sabe me tirar de lá.
Você que é inteligentemente bonito.
Você que me faz rir.
Você que tem charme e um perfume que mexe com os meus sentido.
Você que acelera o meu coração e me faz ficar sorrindo para o pôr-do-sol.
Você que tira a minha concentração durante o dia inteiro, principalmente quando preciso dela para obter o produto entre dois e dois.
Você que tem um olhar tão forte e profundo que faz desviar o meu.
Você que caminha comigo pela praça vazia no inverno a noite.
Você que canta baixinho no meu ouvido aquela música que eu amo.
Você que tem essa boca linda.
Você que odeia a Coca-Cola mas de vez em quando não resiste, toma um golinho e se sente culpado por ser refém do capitalismo
Você que ainda tem coração.
Você que sabe quem foi Lavoisier, Descarte, Newton, Rutherford, Goethe, Urey, Rousseau, Darwin, Marx e todos aqueles caras que você sabe que eu gosto.
Você que tem bom gosto musical.
Você que gosta de ler e entende o Werther.
Você que é um cavaleiro medieval e me salva dos dragões e me tira das torres.
Você que não fuma.
Você que odeia poluição e tem raiva da situação em que o mundo se encontra.
Você que não suporta o Corolário Roosevelt.
Você que envolve a minha cintura.
Você que quer mudar o mundo.
Você que gosta de Champagne.
Você que não consegue acreditar que a desigualdade social virou um abismo.
Você que discute o universo.
Você que acredita em Deus e não é um fanático.
Você que tem atitude.
Você que aquece as minhas mãos nas manhãs frias.
Você que eu amo.
Por favor, venha. A esperança que você virá me dá força pra continuar...
domingo, 20 de maio de 2007
I'll be your hope, I'll be your love, be everything that you need.
I love you more with every breath truly, madly, deeply do..
I will be strong I will be faithful 'cos I'm counting on a new beginning.
A reason for living. A deeper meaning.
I want to stand with you on a mountain.
I want to bathe with you in the sea.
I want to lay like this forever.
Until the sky falls down on me...
Darren Hayes, Daniel Jones
terça-feira, 3 de abril de 2007
Meus Oito Anos
"Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras,
A sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais.
Como são belos os dias
Do despontar da existência
Respira a alma inocência,
Como perfume a flor;
O mar é lago sereno,
O céu um manto azulado,
O mundo um sonho dourado,
A vida um hino de amor !
Que auroras, que sol, que vida
Que noites de melodia,
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar
O céu bordado de estrelas,
A terra de aromas cheia,
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar !
Oh dias de minha infância,
Oh meu céu de primavera !
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delicias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha, irmã !
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Pés descalços, braços nus,
Correndo pelas campinas
A roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas
Brincava beira do mar!
Rezava as Ave Marias,
Achava o céu sempre lindo
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar !
Oh que saudades que tenho
Da aurora da minha vida
Da, minha infância querida
Que os anos não trazem mais
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras,
A sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!"
Que saudade...
segunda-feira, 2 de abril de 2007
Faz tempo que eu não me sinto assim.
Bem, existe a possibilidade de eu estar apaixonada, ou melhor, de estar me reapaixonando, ou de estar em processo de caimento de ficha, ou de agir. Não sei.
Que ódio: eu não sei!
Eu não sei... eu quero, mas não tenho certeza. Será que vale a pena trocar uma amizade por uma paixão?
Já fiz mil planos em pensamento pra falar a ele sobre isso, mas não sei se colocarei algum em prática. Só sei que fujo dos abraços, porque eles causam uma reação em cadeia que me dá medo de enlouquecer! Ai, mas que abraço bom, que mãos... Será que elas ficariam bem na minha cintura?
Hoje ele me pediu um beijo, mas não sei até onde ele fala sério. Será que ele fala sério ou é só brincadeira? No fim do ano, ele falou que no começo tinha vontade de me beijar... Mas depois viramos amigos? Será que ele perdeu a vontade?
Ok, sou lerda. Poderia ter agido há um ano. Agora a oportunidade surge de novo, não posso desperdiçar. Mas é tão difícil dar o primeiro passo, "the first move"...
Será que umas indiretas adianta? Não... Indiretas é atitude de gente lerda e eu preciso deixar de ser lerda!
Será?
Ai, meu Deus, me ajude!!!
domingo, 1 de abril de 2007
quinta-feira, 29 de março de 2007
Versos inscritos numa taça feita de um crânio
Vê em mim um crânio, o único que existe,
Do qual, muito ao contrário de uma fronte viva,
Tudo aquilo que flui jamais é triste.
Vivi, amei, bebi, tal como tu; morri;
Que renuncie a terra aos ossos meus;
Enche! Não podes injuriar-me; tem o verme
Lábios mais repugnantes do que os teus.
Antes do que nutrir a geração dos vermes,
Melhor conter a uva espumejante;
Melhor é como taça distribuir o néctar
Dos deuses, que a ração da larva rastejante.
Onde outrora brilhou, talvez, minha razão,
Para aíudar os outros brilhe agora eu;
Substituto haverá mais nobre do que o vinho
Se o nosso cérebro já se perdeu?
Bebe enquanto puderes; quando tu e os teus
Já tiverdes partido, uma outra gente
Possa te redimir da terra que abraçar-te,
E festeje com o morto e a própria rima tente.
E por que não? Se as frontes geram tal tristeza
Através da existência - curto dia -,
Redimidas dos vermes e da argila
Ao menos possam ter alguma serventia.
[Lord Byron]
domingo, 11 de março de 2007
Sensação de não ter aproveitado o passado...
Um dia desses estava pensando na vida e cheguei a conclusão que eu perdi três possíveis amores:
Se eu fosse um pouco menos lerda, teria tomado uma iniciativa e falado o que eu sentia para o B; A chance de eu levar um fora era mínima porque rolava a lenda que ele estava a fim de mim. Mas, como sou lerda, não falei e fiquei sabendo que mais tarde ele ficou - odeio essa palavra, mas não tenho outra - com uma vadia que se dizia minha amiga, depois com outra vaca e com outra vagabunda pouquíssimo tempo depois da lenda surgir. Ok, ele era um galinha cheio de boas qualidades, mas como as boas qualidades não anulava a galinhagem, não resitiu as putas. E eu não poderia voltar no tempo e desfazer a lerdeza.
Conheci o M um ano antes de conhecer o B, mas quando ele se interessou por mim, estava em fase depressiva por ter perdido o B. Era um cara de muitas qualidades também. Poderia ter me entendido com o M... Acho que estaria feliz com ele hoje.
Depois de um tempo, conheci o G. Cara com muitas qualidades, carinhoso e com um abraço muito bom. Só que não escovava os dentes. Era o único defeito e o defeito que ferrou tudo: a possibilidade de beijar aquela boca me enojava. Uns meses depois o G começou a escovar os dentes, só que arrumou uma namorada e virou um grande amigo e um dia me disse que quando me conheceu tinha vontade de me beijar. Se eu tivesse enrolado ele um pouquinho até ele manter uma higiene bucal adequada, poderia estar com ele agora.
Saco! Como eu sou lerda!! Que ódio!
domingo, 4 de fevereiro de 2007
Promessa
As aulas voltam amanhã...
Neste ano letivo juro:
Não ser robert
Não falar merda
Me dedicar mais ao inglês
Não fazer gracinha durante a aula
Estudar todo dia pra não atrazar matéria
Não trazer redação pra fazer em casa
Não abandonar a biblioteca
Estudar pela apostila virtual
Hum... continuo mais tarde...
terça-feira, 2 de janeiro de 2007
Sim;
Já quis fugir, me tranquei em meu quarto com o rádio ligado e o volume bem alto pra ninguém me ouvir gritando.
Já me machuquei, me senti perdida, abandonada no escuro, estive no auge de um ataque de nervos quando ninguém estava aqui para me salvar.
Já quis ser outra pessoa, me cansei de se sentir deixada de lado.
Estou tentando achar "algo mais" antes que minha vida acabe.
Estou presa em um mundo que odeio, cansada de todos ao meu redor, com os grandes sorrisos falsos e mentiras estúpidas. No fundo, estou sangrando.
Você deve pensar que eu sou feliz...









